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São Caetano do Sul: do lodo à láurea

 

Tijucussu. Eis uma palavra que poucos conhecem, mas que está intimamente ligada à história de São Caetano do Sul, município colado a São Paulo e que passa, a partir de agora, a também receber uma instituição de ensino do Grupo UNIESP.

 

Pois bem: adaptando-se os termos indígenas “tijuca” e “uçu”, chega-se ao significado aproximado de “tijucussu”: grande quantidade de capim sobre um lamaçal. Mesmo não tendo a mais nobre das definições, ainda assim este substantivo está cercado de enorme importância para a vizinha cidade à Capital paulista, pois foi justamente sobre este tipo de solo que nasceu aquele que, hoje, é um dos maiores orgulhos do nosso Estado.

 

A Vila de Santo André, fundada por João Ramalho, em 1554, foi completamente abandonada apenas quatro anos mais tarde. Basicamente, a população que formava as tais fazendas que lá existiam, e que eram propriedades dos bandeirantes, era consistida por tropeiros e carreiros que trabalhavam no transporte de mercadorias entre o porto de Santos e o planalto paulista.

 

Por isso, em 1861 o capitão Duarte Machado doou aos padres beneditinos o sítio que possuía no Tijucuçu e, dez anos depois, foi a vez de Fernão Dias Paes Leme arrematar em leilão outro sítio vizinho e também doá-lo aos padres. Assim foi formada a Fazenda São Caetano, que além de plantações, mantinha uma olaria para fazer tijolos, os quais foram utilizados para a construção do Mosteiro de São Bento, no centro de São Paulo.

 

Desde então, muita coisa mudou em São Caetano do Sul. Prêmios, títulos, reconhecimento passaram a fazer parte do dia a dia local. O pequeno município, de apenas 15 km²,  obteve um desenvolvimento econômico, político e social espantoso nas últimas décadas, atingindo o primeiro lugar no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) no Brasil devido, por exemplo, ao fato de que todas as suas crianças do ensino infantil estão matriculadas na rede municipal de ensino, todas as suas 600 ruas são asfaltadas, seu índice de 0,07% de analfabetismo é um dos mais baixos do planeta e seus 100% do esgoto tratado são um número compatível às grandes potências econômicas mundiais.

 

E pensar que tudo isso começou em um simples lamaçal...



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