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REVISTA MULTIDISCIPLINAR N° 04 - DEZEMBRO DE 2007 / ISSN 1980-5950

SINTESES
O impacto do comércio formal e informal na economia brasileira¹

CAMPITELLI, Tais Ojeda¹
        BERTONI, Renato²

O presente texto tem por objetivo sintetizar alguns aspectos debatidos na monografia intitulada “O impacto do comércio formal e informal na economia brasileira”, apresentada como exigência parcial para a conclusão do curso de Administração de Empresas, na Faculdade de Presidente Prudente (UNIESP), no primeiro semestre de 2007. 
Ele entendeu que a economia tem se desenvolvido muito com o passar dos anos e que isso acarretou profundas mudanças no mercado e no consumidor, gerando um grande dilema com o comércio habitual que conhecemos como comércio formal e com o comércio informal que, ao seu modo, enfrenta um grande crescimento a cada ano. Isto gera um impacto na economia brasileira que foi retratado nesta pesquisa.
A importância desta pesquisa reside em pontos significantes que passam desatentos no momento de se abrir um novo negócio, pontos que, conseqüentemente, levam muitos estabelecimentos a fecharem as portas antes do quarto ano de existência e retratam a polêmica gerada pelo comércio informal. Este não possui responsabilidade alguma perante as leis em geral, mas também não dispõe de recursos suficientes para se englobar no mercado com direito a competição. A própria constituição estabelece que todo cidadão tem o direito à sobrevivência de maneira digna, mas infelizmente não é o que ocorre em nosso país e, também, em várias partes do mundo, pois a desigualdade persiste. Entretanto, para enfrentar esse quadro, muitos procuram um trabalho mesmo que para isso tenha que burlar as leis atuais, enquanto outros, com melhores condições, tentam sobreviver em meio de tanta burocracia. Assim, uma das causas do impacto na economia provêem do alto índice de sonegação de impostos, tanto do mercado formal como do mercado informal.
Desse modo, o trabalho teve como principais objetivos: evidenciar o que realmente gera o impasse entre os dois mercados; pensar a burocracia na abertura de uma empresa em nosso país; retratar a economia e dar uma mera visão do montante arrecadado com os impostos; e, por fim, refletir sobre uma possível solução para esse impasse entre dois mercados que possuem a mesma finalidade, mas com parâmetros diferentes, pois no momento ambos  perdem algo de alguma forma.
Iniciou-se a pesquisa abordando o comércio na sua essência, como tudo começou e suas bases de troca. Em seguida, apresentou as definições de empresário, de empresa e os tipos empresariais existentes, bem como os dilemas presentes nas definições de comércio formal e o setor informal. Tudo isso considerando que o maior impasse hoje, para a abertura de empresas, são os tributos, impostos e todas as obrigações empresariais que se deve manter antes e após a abertura.
De modo geral, lembrou que o Governo preocupa-se com os índices de encerramento das atividades empresariais formais e o crescimento da informalidade. Além disso, pensando em amenizar esta situação criou a Lei Geral e a Lei do Super Simples para as microempresas e as empresas de pequeno porte. Estas, bem analisadas e de acordo com as características empresariais, tornaram-se incentivo para as empresas já existentes e para as que vivem na informalidade regularizar sua situação com a lei e usufruir de vantagens.
Para conclusão da pesquisa é citado um resumo de toda a nossa economia brasileira, seus pontos marcantes, o processo de industrialização, os planos na tentativa de melhoria e crescimento do país e as inúmeras tentativas de combate à inflação que refletem em toda a economia. Então, mostra-se a autenticidade da pesquisa através de tabelas com a situação superficial de arrecadação de impostos. Também foi realizada uma pesquisa de campo no setor informal, no camelódromo de Presidente Prudente, situado no Estado de São Paulo.
Com isto, espera-se mostrar que há soluções para amenizar a vida das empresas que atuam no mercado e também daquelas que não estão em conformidade com a lei, pois com isto o Governo ganhará mais em imposto e, conseqüentemente, a população ganhará com a possibilidade de maiores investimentos.

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Síntese do trabalho apresentado como exigência parcial para a conclusão do Curso de Graduação em Administração de Empresas da Faculdade de Presidente Prudente (UNIESP).

²Graduada em Administração de Empresas pela Faculdade de Presidente Prudente (UNIESP).

³Orientador do trabalho, graduado em Ciências em Econômicas, especialista e docente do curso de Administração de Empresas da Faculdade de Presidente Prudente (UNIESP).


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